Segunda-feira, Maio 19, 2008
Indiana parece estar em forma! *

Domingo, Maio 18, 2008
Tiago recebe Globo das mãos de Peter O'Toole
O talentoso Tiago R. Santos, meu ex-professor, e argumentista do filme Call Girl recebeu das mãos do incrível Peter O'Toole o Globo de Ouro de Melhor Filme, em nome de António Pedro Vasconcelos.
Não é todos os dias que um argumentista, em Portugal, sobe a um palco para receber um prémio, parabéns!
PS: convém ignorar a pseudo entrevista/tradução fraquinha de Bárbara Guimarães a Peter O'Toole.
Quarta-feira, Maio 14, 2008
Cannes em directo

Como sou uma alma caridosa (not really) deixo-vos de seguida o link para um site com uma câmara em directo para a entrada principal do Festival de Cannes - o tal tapete vermelho. Só é pena não haver os filmes de Cannes em directo, isso é que era!
Em competição pelo prémio máximo, a Palma de Ouro, estão ainda, entre outros, "Adoration", de Atom Egoyan, "Che", de Steven Soderbergh, "Changeling", de Clint Eastwood, "Linha de Passe", de Walter Salles e Daniela Thomas, e "Palermo Shooting", de Wim Wenders.
Fora de competição, o destaque tem sido dado às exibições de "Indiana Jones e o reino da caveira de cristal", com o regresso do mais aventureiro dos arqueólogos quase vinte depois de estreada a trilogia, do documentário "Maradona", de Emir Kusturica, e do mais recente filme de Woody Allen, "Vicky Cristina Barcelona". Manoel de Oliveira estará em Cannes para ser homenageado pela organização do festival pelo seu contributo para a história do cinema. Domingo, no Grand Théâtre Lumière, será exibido "Douro, faina fluvial", o primeiro filme do decano cineasta português. Na sessão estará presente o ministro da Cultura português, José António Pinto Ribeiro.
Nesta edição do festival de Cannes, que termina a 25 de Maio, haverá apenas dois filmes portugueses em exibição oficial: "Aquele querido mês de Agosto", de Miguel Gomes, que passará na Quinzena de Realizadores, e a animação "Até ao texto do mundo", de Carlos Silva, António Costa Valente e Vítor Lopes.
Quentin Tarantino, Palma de Ouro em 1994 com "Pulp Fction", dará uma aula de cinema.
O júri será presidido pelo actor e realizador norte-americano Sean Penn.
Kung Fu Jack Black!
Sexta-feira, Maio 09, 2008
Goodnight Irene visto pelos olhos de quem o fabricou
NUNO Para mim foi muito mau (risos).
PAOLO …Querem que me vá embora? (risos)
NUNO Para já, desde o Alice nunca mais tinha feito cinema e quando rodei este filme já tinham passado três anos desde a última vez. Foi um regresso ao cinema, que eu tinha muita vontade que acontecesse. Já tinha recebido convites, uns que declinei por falta de tempo, outros porque os projectos não me interessavam. E com o Goodnight Irene apareceu o filme que me apetecia fazer até porque havia uma expectativa grande da minha parte. Houve ainda o lado de voltar a trabalhar com uma pessoa que está a fazer uma primeira obra, que eu acho interessante, porque estás a descobrir as coisas ao mesmo tempo que o realizador e sentes que estás a fazer parte de algo muito importante para ele. ~
PAOLO O Nuno tem razão quando diz a primeira obra é de uma importância muito grande para um realizador. Uma pessoa encara como se fosse o único filme que fosse fazer. Tudo tem uma importância de vida ou de morte. Agora, olhando para trás, o que achei mais fantástico foi sentir que todos trabalharam na mesma direcção. Isso tinha-me preocupado no início, mas desde os actores à equipa técnica, senti que éramos realmente uma equipa a trabalhar para o mesmo objectivo, que parecia ser maior do que nós. Apesar de ter sido eu a engendrar tudo aquilo, sentia-me apenas mais uma peça. Essa sensação de família intelectual e criativa foi muito especial e inesquecível.
Sábado, Maio 03, 2008
A caminho :: O Contrato
Vem aí um novo filme português com pretensões comerciais e repleto de ingredientes para isso. A nudez de Cláudia Vieira é uma delas, tal como a nudez de Soraia Chaves em O Crime do Padre Amaro o foi. Chama-se O Contrato, é a estreia do melhor actor português de cinema de todos os tempos na realização, Nicolau Breyner, e este blog tem bastante curiosidade em saber se será mais um miserável O Crime do Padre Amaro ou um entusiasmante, dentro do género, Call Girl.
Link para a produtora do filme O Contrato
Sexta-feira, Maio 02, 2008
Promete :: Blindness
Blindness
by moviestrailer
Ora aí está o trailer do filme Blindness, baseado no romance Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago com um elenco de respeito (o envolvente Mark Ruffalo, a intensa Julianne Moore) e um realizador brilhante, Fernando Meirelles. O drama poderá abrir a edição deste ano do Festival de Cannes.
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Cannes eyes 'Blindness'
'Hunger' set to open Un Certain Regard
By ADAM DAWTREY, JOHN HOPEWELL
LONDON — Fernando Meirelles’ “Blindness” is being eyed to open the Cannes Film Festival, while “Hunger,” from Brit director Steve McQueen, is the leading candidate to kick off Un Certain Regard. A drama-thriller about a city succumbing to a blindness epidemic, “Blindness” stars Julianne Moore and Mark Ruffalo.
It’s produced by Meirelles’ Brazilian label O2 Filmes, Japan’s Bee Vine Pics and Rhombus Media in Toronto, the source of many press reports that identify the film as the May 14 Cannes opener.
in Variety
A ver :: Goodnight Irene *

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Entrevista a Robert Pugh
(para o Mundo Univesitário)
«Seria fantástico fazer um filme em Portugal como realizador»
É um actor britânico experiente e que já trabalhou grandes actores como Anthony Hopkins, Russell Crowe, Paul Bettany e realizadores como Peter Weir e George Cukor. Chama-se Robert Pugh e é um dos protagonistas do curioso filme português Goodnight Irene, do luso-grego Paolo Marinou Blanco, onde contracena com Nuno Lopes e Rita Loureiro. O senhor Pugh, que não dispensa uma bela cerveja gelada, falou por e-mail sobre a experiência que teve em Portugal.
João Tomé
Porque é que um actor de nível mundial como o Robert aceitou participar neste filme?
Não tenho a certeza sobre se sou de nível mundial, mas quis fazer o filme porque estava bem escrito e achei que o Paolo [Marinou Blanco] era um realizador muito perspicaz – o que não é assim tão comum com muitos realizadores com quem já trabalhei. Acho que o Paolo tem um grande futuro, especialmente se continuar a apostar em mim!
Neste filme desempenha o papel de um inglês (Alex) num país estrangeiro que é “a voz” de guias turísticos para sítios onde nunca esteve. Acha que esse homem existe mesmo e de que forma se assemelha com o Robert?
Já fiz várias locuções para comida de gato e roupa interior feminina mas nunca experimentei o produto! Por isso, nesse aspecto, assemelha-se a mim. É a voz de um actor e as pessoas acreditam em tudo o que ele descreve desde que o actor esteja bem no papel.
O que gostou mais na personagem do Alex?
A melhor coisa nele é que é muito humano, tem muitas camadas e é de uma idade em que pode ser rezingão e insultuoso e escapar sem problemas.
Foi bom trabalhar em Portugal? Aconteceu alguma peripécia curiosa?
Adoro Portugal e os portugueses. Lembro-me que numa noite no Bairro Alto, o homem do som, Pedro Melo, ensinou-me uma canção portuguesa atrevida enquanto o resto do elenco tentava impedi-lo. Mas agora a canção está gravada no meu coração e já me pagaram muitas cervejas por causa dela!
Trabalhou em várias peças de teatro, séries televisivas e filmes no Reino Unido. O que mais gosta?
Gosto de todas as áreas porque tornamo-nos parte de uma família e fazemos novos amigos quando trabalhamos em todos esses meios.
Esteve em grandes filmes de Hollywood como Master and Commander e A Última Legião. Em que sentido essas experiências foram diferentes da que teve em Goodnight Irene? É o Russell Crowe um tipo tão porreiro quanto Nuno Lopes?
É a mesma coisa, menos no que diz respeito aos bastidores. O Nuno Lopes é um dos homens mais simpáticos que conheço. Só há uma coisa que eu não gosto no Nuno: é que ele não bebe álcool!
Fala bastante português neste filme. Aprendeu alguma coisa da língua?
Tentei aprender antes da rodagem, mas a Rita Loureiro, o Nuno e o Pedro Melo foram os meus melhores professores.
Na sua carreira que já dura desde 1976 quais foram os actores e realizadores mais entusiasmantes com quem trabalhou?
Nos actores e sem contar com a Rita e o Nuno: Anthony Hopkins, Russell Crose, Paul Bettany, Charles Gray e muitos mais. Nos realizadores: Lynsey Anderson,
George Cukor, Peter Wier, David Blair e muitos outros.
Do que é que tem mais orgulho em todos estes anos?
Sinto orgulho de tudo o que fiz.
Quais são os seus projectos para o futuro? Tem planos de voltar em Portugal em trabalhou ou em férias?
Adoraria voltar a trabalhar em Portugal. Eu também escrevo e realizo e seria fantástico fazer um filme em Portugal como realizador.
Ficha do actor no IMDb
Site do filme
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Entrevista ao director de fotografia Miguel Sales Lopes
«Em todos os filmes existe uma cena que parece impossível de fazer»

Como definiria a importância do director de fotografia num filme, para aqueles que são leigos na matéria?
É o responsável final pela imagem do filme em todos os aspectos possíveis, desde a qualidade técnica até às capacidades narrativas e leituras dramáticas do filme transmitidas através da fotografia. Mas, no entanto, só se filma o que está à frente da câmara: actores com diálogos, guarda-roupa, décores. Tudo isto faz parte da imagem. Mesmo coisas incontroláveis, como se chove ou faz sol, definem todo o resultado final.
Durante a preparação trabalha com o realizador na criação de um conceito que possa servir o filme, com a produção e demais sectores para que as condições necessárias existam e durante a rodagem manter a visão do realizador, mas de modo a que todo o processo técnico seja o mais transparente para o realizador e actores.
ler mais aqui
site de Miguel Sales Lopes
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Entrevista com Rita Loureiro
«O Cinema é ainda um mistério para mim»

O que é que a Irene tem de especial para ter dois homens encantados por ela?
Ser uma mulher com uma energia muito forte, que se consegue impor na rotina e, na vida daqueles dois homens, de uma forma intensa. Ao mesmo tempo, tem um lado muito misterioso que os cativa. É uma presença ausente.
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Sinopse do filme Goodnight Irene
Lisboa. Portugal. Hoje em dia. Para Alex e Bruno poderia ser qualquer outra época ou lugar. Alex é um actor inglês falhado, velho e solitário, que grava narrações para vídeos turísticos, e embebeda-se até adormecer.Bruno é um jovem e recatado serralheiro que se dedica à sua obsessão: lutar contra a passagem do tempo, invadindo casas de estranhos para fazer “registos” das suas vidas, que depois guarda num arquivo nas traseiras da sua loja. Partilham uma obsessão por Irene, uma atraente pintora, que tem toda a paixão pela vida que a eles lhes falta. Mas um dia Irene desaparece, sem deixar rasto... Embora inicialmente contrariados, Alex e Bruno unem forças para descobrir o que lhe aconteceu. À medida que procuram pistas no apartamento de Irene, vão se instalando aos poucos, e uma verdadeira amizade nasce entre estes dois homens solitários. Quando descobrem que Irene poderá estar em perigo em Espanha, este dois heróis improváveis decidem salvá-la. A viagem poderá ser em vão. Mas irão fazê-la juntos. Como amigos.
Trailer do filme: www.goodnight-irene-film.com/
De: PAOLO MARINOU BLANCO
Com: NUNO LOPES, ROBERT PUGH, RITA LOUREIRO
A culminar este périplo de entrevistas sobre este filme que vale a pena, já entrevistei o realizador e o actor Nuno Lopes pessoalmente também para o MU, algo que colocarei aqui em breve.
* o filme estreia a 15 de Maio
Indy está de volta!
Domingo, Abril 20, 2008
Os fetiches de David Lynch
Domingo, Abril 13, 2008
Tentativa de podcast :: emissão zero
É uma experiência nova (e longe da perfeição) aqui para o blog pelo que, se puderem, ouçam e deixem opiniões/sugestões.
MagaCINE
Emissão zero
Versão curta sem notícias (5m40s)
Versão com breves notícias e mais longa e ainda mais secante (7m16s)
Quinta-feira, Abril 10, 2008
A Ler :: Francis Ford Coppola
Entrevista com Francis Ford Coppola, realizador
in DN, por MANUELA PAIXÃO, em Roma
Após mais de dez anos de ausência do cinema, em que se tornou produtor de um dos melhores vinhos do mundo e explorou refúgios turísticos luxuosos no Belize e na Guatemala, voltou ao seu primeiro grande amor com Uma Segunda Juventude. Como foi este regresso?
Pela primeira vez, um filme meu foi financiado com o meu próprio dinheiro, coisa que não tinha conseguido fazer quando era mais jovem, porque estava mais interessado no sucesso, que obtive imediatamente. Cedo demais. Fiz Uma Segunda Juventude aos 68 anos como se fosse um estudante de cinema, com o entusiasmo de um adolescente que realiza um primeiro pequeno filme.
Tinha saudades do cinema, de filmar?
Apesar de não fazer um filme há dez anos, não tinha nenhuma vontade de voltar a trabalhar no actual sistema cinematográfico. Tinha saudades de filmar, é claro, mas queria fazer filmes mais originais. Mas tive a sorte de alcançar sucesso como homem de negócios nas áreas enológica e turística, consegui investir 15 milhões de dólares em Uma Segunda Juventude e fazer o filme que queria, como queria.
O filme parece ir ser uma história de espiões tradicional, combinada com uma aventura mágica, sobrenatural. Mas depois, começa a tratar de assuntos complexos. Continua a ser seu, do realizador dos Padrinhos e de Apocalypse Now, este cinema que explora os conceitos filosóficos do tempo e da consciência?
Não quero fazer mais filmes na linha dos Padrinhos, nem dos facilmente comercializáveis como Homem-Aranha. Fiz o filme que queria. Não espero o entusiasmo imediato do público, prefiro que a opinião dos espectadores sobre Uma Segunda Juventude seja feita pouco a pouco, que amadureça. Penso que certos filmes - e este é um deles - deveriam ser exibidos gratuitamente para poderem entrar na consciência das pessoas, coisa que normalmente o cinema não faz.
Tal como aconteceu com Apocalypse Now?
Sim. Apocalypse Now provocou logo clamor e polémica , mas não foi imediatamente apreciado. Levou tempo.
Uma Segunda Juventude é feito à revelia das tendências da actual produção cinematográfica?
Creio que, actualmente, é necessário perguntarmo-nos se o cinema se deverá limitar a ser apenas um espectáculo, ou se podemos usá-lo para perseguir outros objectivos artísticos. Por outras palavras, se o cinema poderá estar ao mesmo nível da literatura, por exemplo.
(...)
Encara Uma Segunda Juventude, de alguma forma, como um regresso ao tipo de cinema que fazia quando começou a filmar?
Estreei-me em Hollywood como argumentista com Patton, em 1970, que me abriu as portas do cinema. Quando era jovem sonhava em fazer um cinema como o dos grandes realizadores europeus, que todos nós, americanos, admirávamos tanto nos anos 50 e 60: Fellini, Antonioni, Rossellini e Truffaut, ou ainda Akira Kurosawa. Mas tive muito sucesso com O Padrinho e O Padrinho II, quando ainda estava na casa dos 30. Os meus filmes de "adulto" foram realizados quando eu era ainda imaturo. E agora que tenho uma certa idade, quero fazer filmes jovens, ou seja, independentes, desinibidos, originais.
--- versão completa in DN
Sofia Coppola em Portugal
O meu amigo e blogger Rui Pedro Vieira viu no final do ano passado a realizadora e filha de Coppola, Sofia, no aeroporto de Lisboa (pelos vistos terá estado de férias in cognito pelo nosso país). Eles andam por aí, camuflados, mas por cá. Quem sabe um dia Sofia não faz um Lost in Translation em Lisboa, Porto, Albufeira ou mesmo Caldas da Rainha...
Segunda-feira, Abril 07, 2008
Charles Heston no more

Ben Hur

Os 10 Mandamentos
O nome do ultra-conservador Heston foi manchado recentemente depois de aparecer no documentário de Michael Moore, Bowling for Columbine. Como líder da National Rifle Association of America defendeu que cada homem deve ter uma arma de fogo e a entrevista que Moore lhe fez, embora mostre um homem muito envelhecido e que já sofria de Alzheimer, não o favorece de modo algum. O que é curioso é que Charles Heston até começou como um democrata liberal, enquanto jovem, mas, tal como o seu amigo Ronald Reagen, foi-se tornando conservador. Heston chegou mesmo a participar numa manifestação a favor do Direitos Civis a 28 de Agosto de 1968, em Washington ao lado de Burt Lancaster, Marlon Brando, Sidney Poitier, Bob Dylan e Harry Belafonte.
Obituário - Público
Charlton Heston, o herói contraditório
Sábado, Abril 05, 2008
Bette Davis teria 100 anos
Faz hoje 100 anos que Bette Davis nasceu Ruth Elizabeth Davis, em Lowell, no Massachussets."
por Eurico de Barros, in DN

A RTP2 passou ontem à noite um belo documentário sobre a vida profissional e pessoal atribulada de uma estrela de Hollywood nada convencional.
Quarta-feira, Março 26, 2008
i'm not there, but bob dylan is
Domingo, Março 09, 2008
Hollywood continua a render *
Filmes de Hollywood batem recorde de receitas nos EUA e no mundo
Os filmes de Hollywood registaram receitas recorde nos Estados Unidos e no mundo em 2007, anunciou hoje a Associação do Cinema Norte-Americano (MPAA) no seu relatório anual.
Em 2007, "o mercado norte-americano ultrapassou os 9,6 mil milhões de dólares (cerca de 6,3 mil milhões de euros) em receitas, um aumento de 5,4 por cento, enquanto os resultados de bilheteira mundiais cresceram 4,9 por cento, para 26,7 mil milhões (cerca de 17,5 mil milhões de euros)", indicou a MPAA, poderosa entidade ligada aos grandes estúdios de Hollywood, cujos interesses defende, nomeadamente contra a pirataria. "A indústria cinematográfica enfrentou grandes desafios em 2007", afirmou Dan Glickman, presidente da associação, citando, além da pirataria, a greve dos argumentistas que paralisou a capital norte-americana do cinema entre Novembro de 2007 e Fevereiro deste ano. "Mas tivemos o nosso final hollywoodesco", congratulou-se.
O relatório anual da MPAA salientou o papel cada vez mais importante desempenhado pela Internet no processo de tomada de decisão dos espectadores quanto aos filmes a ver: um estudo realizado em parceria com o gigante da Internet Yahoo! Determinou que "73 por cento das pessoas que vão ao cinema utilizaram a Internet para efectuar pesquisas" sobre os filmes.
A sua influência é agora comparável à das rádios e televisões, que 75 por cento dos consumidores inquiridos pela MPAA e Yahoo! citaram como fonte de informação.
No total, em 2007, Hollywood produziu 603 filmes, um número que se mantém estabilizado, em relação a 2006.
Sábado, Março 01, 2008
As fotos oscarianas







Galerias do 20 Minutos:
Tras el triunfo de los Oscar, la cena de gala
Los ganadores del Oscar 2008
La ceremonia del Oscar 2008
Javier Bardem gana el Oscar
La alfombra roja de los Oscar
Bardem y Clooney, protagonistas en Nueva York
'No es país para viejos', las imágenes con Bardem
Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008
A comédia do século :: Groundhog Day

O DVD da moda aqui no MagaCINE é Groundhog Day ou, em Portugal, o Feitiço do Tempo. A edição especial do 15º aniversário é verdadeiramente boa. Ouvir Harold Ramis (o realizador) falar sobre esta experiência é extremamente enriquecedor. Falta o Bill Murray a falar sobre o filme, o que é pena.
Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008
Os vencedores da noite



Irmãos Coen dão na pá de PT Anderson
Juno acertei. A jovem nervosa Diablo Cody venceu. Ratatui e Michael Clayton também tinham sido bons possíveis vencedores, mas Juno está bem distinguido.
Helen Mirren apresenta o renhido Melhor Actor, depois de imagens bestiais de anos anteriores.
"Ambition, Greed, Misery, Remorse, Nobility, Generosity, Decency and good all fashion Cojones." Diz Lady Mirren para definir os nomeados.
Tem de vencer Daniel Day-Lewis, num papel magnifíco. George Clooney está espectacular. Johnny Depp canta com fervor numa personagem incrível também. Tommy Lee Jones é um grande actor com dois bons papéis em dois filmes que estão nos Óscares. Viggo Mortensen tem um papel duro e brilhante em Eastern Promises. Todos merecem, mas Daniel merece um pouco mais. E ganha:
Daniel Day-Lewis a quarta nomeação e segundo Óscar para o britânico-irlandês.
O primeiro elogio vai para um embevecido Paul Thomas Anderson. O segundo para a família Plainview (o nome da personagem).
Nenhum dos actores a vencer até agora é norte-americano. Já se esperava pelas nomeações. Os britânicos vão à frente.
Haverá Sangue e No Country for Old Men têm ambos dois Óscares até ao momento. Tudo se vai decidir de seguida.
Martin Scorsese apresenta o Óscar de Melhor Realizador. Quem será? Aposto no No Country for Old Men ou Haverá Sangue.
No Country for Old Men e os irmãos Coen recebem o terceiro Óscar. "I don't have a lot to add to what I said earlier. Thank you". Disse o Ethan Coen como reacção ao seu primeiro Óscar na categoria. Joel pareceu mais certinho e falou no seu início de realizadores.
Denzel Washington é demasiado directo a apresentar o Melhor Filme... e ganha:
No Country for Old Men. O quarto para os Coen. Já sem surpresas depois de venceram o de Melhor Realizador. Tenho pena que Paul Thomas Anderson não tenha levado um dos Óscares, entre o de Realizador e Filme.
Os Coen parecem imunes a tanto prémio. Serenos e calmos por trás do produtor emocionado a agradecer a Sydney Pollack. Faltou um pouco de emoção à parte final da cerimónia. The Bourne Ultimatum conquista três Óscares apenas nas categorias técnicas, curioso.
Para o ano há mais!
Docs e banda sonora
Tom Hanks apresenta o Melhor Documentário Curto com a ajuda curiosa dos soldados norte-americanos no Iraque!! Bela ideia, sim senhor.
Freeheld
Uma mulher muito emocionada (quase histérica) agradeceu com muito nervosismo e vontade de mostrar a causa de outros.
Nos Documentários o Iraque a a saúde norte-americana dominam os nomeados. Só conheço o Sicko... que é bem bom. Ganha:
Taxi to the Dark Side o filme de abertura do último DocLisboa.
A sinopse diz: An in-depth look at the torture practices of the United States in Afghanistan, Iraq and Guantanamo Bay, focusing on an innocent taxi driver in Afghanistan who was tortured and killed in 2002
Faltam quatro Óscares.... brrk. Quero ir dormir.
Falscher Once There Will Be Blood Ledger
Die Fälscher / Os Falsificadores
Segunda nomeação para um filme austríaco. "Faz sentido o primeiro filme austríaco a vencer um Óscar ser sobre os crimes nazis"... disse o realizador Stefan Ruzowitzky.
Patrick Dempsey apresenta mais uma música do filme Enchanted. Já estou farto! Irra!
John Travolta com um penteado estranhissímo e que aparenta ser implantes capilares anuncia a Melhor Música Original (estou a torcer pelas duas nomeações que não incluem o filme Enchanted):
Once vence. Incrível. Um pequeno e lindo filme cheio de alma que tem um reconhecimento gigantesco. "This is amazing. Make art! Make art!" Um dos momentos da noite!!
Jon Stewart esteve em grande ao deixar entrar depois do intervalo os irlandeses do filme Once, onde a bela Markéta Irglová fez um discurso curto, sentido e lindo para os artistas independentes: "Don't give up!"
Jon Stewart continua com belas piadas! E oportunas, na sequência dos prémios. Parecem espontâneas e têm resultado bem. Mesmo quando são inconvenientes ele consegue dar-lhes a volta. Bien.
Quem diria que The Bourne Ultimatum teria a maioria dos Óscares até agora. Três. Nice.
Cameron Diaz já aprendia a pronunciar Cinematography...
Melhor Fotografia. Primeiro Óscar para
Haverá Sangue merecido, sem dúvida. Embora houve outras boas hipóteses.
Chegou o momento dos desaparecidos (apresentado pela Hillary Swank) onde espero ver Heath Ledger.
De destacar Michelanglo Antonioni, Louis Maxwell, George Jenkins, Deborah Kerr, Ingmar Bergman, Heath Ledger.
Cerimónia da nostalgia dos 80
Cate Blanchett; Julie Christie; Marion Cotillard; Laura Linney; Ellen Page (canadiana de 21 anos que recebeu os maiores aplausos)... who will it be:
Marion Cotillard ganhou. Bien. Discurso muito emocionado, como é habitual na categoria - curioso. "It is true, there is some angels in this city, thank you so much", terminou ela. A segunda actriz francesa a ganhar um Óscar tem 32 anos e é bela.
Raios partam os anúncios e o sono... brrrk. 3h16 e ainda faltam uns quantos.
Jogo de ténis em ecrã gigante com Stewart e uma miúda negra teve piada, sim senhor.
Colin Farrell apresenta com uma pronúncia e carisma boa de ver nos Óscares a música melhorzinha até agora a ilustrar os Óscares, do filme Once. Dá para descansar os olhos uns minutos... o sono aperta.
Aí vem o grande Jack Nicholson falar da inspiração que os filmes nos provocam. Introduz a história dos Óscares para simplesmente o Best Picture, que já conheceu 79 filmes distinguidos. Belas imagens, belos filmes, belas memórias, ano após ano. Rocky venceu em 1976, já nem me lembrava! E Amadeus em 84, também não.
Zellweger apresenta Melhor Edição:
The Bourne Ultimatum venceu, como se esperava. Quem vir o filme percebe o quão bom é a nível técnico (e não só, claro). Quem vir os magnifícos extras da edição em DVD percebe o talento técnico que há ali.
Nicole Kidman, grávida, e cheia de jóias apareceu para apresentar o Óscar Honorário a Robert Boyle, de 98 anos, especialista em direcção artística, montagem de ambientes, estúdios e outros. Foi responsável pela interpretação física do guião de mais de 100 filmes, incluindo North by Northwest ou o fabuloso The Birds (ambos de Hitchcock). Um honorário para um técnico é curioso e pouco comum. Houve ouvação no Kodak Theatre, com sorrisos embevecidos. "I wanted to give back to the next generation of storytellers".
Irmãos Coen dão-lhe forte
Josh Brolin e James McAvoy fazem uma bela parelha de apresentadores. Diferentes mas divertidos e à vontade. Apresentam o Melhor Argumento Adaptado:
And the Oscar Goes to:
No Country for Old Men. Ganham os irmãos Coen, depois de terem vencido pelo argumento de Fargo, há uns anos. Curioso como os dois irmãos são tão diferentes fisicamente. Gostei da tirada em que apenas adaptavam senador McCarthy e Homer.
A explicação de como os quase 6 mil membros da Academia fazem o processo de escolher os nomeados e premiados teve a sua piada. Bem apanhado!
As músicas originais que ilustram esta cerimónia continuam muito muito fracas... é um bom momento para ir comer qualquer coisa, para tentar enganar o sono!! Brrk. Que já começa a pesar, mais e mais.
Os bebés de Angelina Jolie, Jessica Alba e Nicole Kidman foram alvo de uma bela votação por Jon Stewart.
Os novos meninos da comédia estiveram por lá a discutir mulheres. Seth Rogen (Katherine Heigl já lá tinha estado) e Jonah Hill são gordinhos, com óculos e cabelo semelhante mas muito cómicos. Sou mais fã do Seth, que também é argumentista.
The Bourne Ultimatum ganhou na Sonoplastia. Parece-me bem. Na Mistura de Som (com os mesmo Seth e Jonah a apresentarem e a continuarem com as disputas sobre quem gosta mais da Halle Barry) ganhou outra vez The Bourne Ultimatum. Yupi!
Tilda surpreende Cate
O Owen Wilson está nos Óscares. Está recuperado, é oficial. Foi apresentar a Melhor Curta. Quem diria que seria um francês a vencer: Mozart des pickpockets, Le.
Seinfeld aparece como Barry, a abelha de Bee Movie a apresentar um Óscar (curta de animação) da maneira mais confortável possível. Quem diria! E mostra muito bem como, como abelha, esteve presente em vários filmes... bem apanhado. Queria mais.
E vem aí a Melhor Actriz Secundária, depois de mais uma passagem ao passado das vencedores desta distinção.
Não acertei! Cate Blanchett não ganhou por I'm Not There, mas ganhou outra digna vencedora, Tilda Swinton.
Esteve brilhante como mulher fria, calculista e determinada em excesso em Michael Clayton.
A jovem de Expiação, Saoirse Ronan também é uma justa nomeada mas não mais do que isso. Tilda fez um discurso sincero e bonito. Ainda homenageou de forma divertida George Clooney, com quem contracenou.
Os papéis de personagens más não só foram muito nomeadas, como estão a ganhar os prémios! Ainda bem porque há grandes papéis, difíceis mas muito bons neste domínio.
10 Óscares já dados. A lista está aqui.
Bardem é grande e ibérico!
Efeitos especiais. Ganhou a Bússola Dourada. Parece-me bem. Curioso como são apenas homens.
Cate Blanchett apresentou Direcção Artística. Ganhou o Sweeney Todd, com o olhar embevecido de Johnny Depp. Os técnicos italianos foram breves e cómicos.
Jon Stewart tinha umas belas piadas sobre a bela e talentosa Cate. Poderia ter explorado mais as "presenças" de Cate em todos os filmes do ano.
Incrível rever a vitória de Cuba Gooding Jr. como Melhor Actor. Genialmente incrível!!
E o melhor actor secundário é... Javier Bardem!!
Espanhol com Óscar nas mãos! Até esfregou as mãos antes de agarrar o Óscar. "Isto é para Espanha!" Disse ele sem papas na língua e no seu espanhol nativo. Foi grande! Um Óscar merecido.
Havia grandes nomeados. Casey Affleck estava brilhante em O Assassinio de Jesse James numa personagem que chegava a ser irritante. Tom Wilkinson é muito convincente como advogado arrependido que tem uma epifania. Philip Seymour Hoffman manteve o bom nível que o fez ganhar um Óscar com um papel à sua medida em Charlie Wilson's War. O veteraníssimo Hal Holbrook esteve bem no brilhante Into the Wild, mas não foi suficiente para Óscar, claramente.
Stewart esteve lá, com a piada à tradução do que Bardem disse em espanhol. "Ele disse à mãe como ir ter à biblioteca".
Estou a gostar das memórias dos filmes e pessoas que marcaram os 80 anos dos Óscares.
As primeiras estatuetas
O primeiro Óscar a sério, da categoria de Melhor Animação tinha vencedor anunciado à partida: Ratatui (que se confirmou) tinha todos os ingredientes para ganhar, mas a presença de Persépolis na lista de nomeados é já uma vitória para uma animação clássica e com uma história difícil.
Brad Bird recebeu o seu segundo Óscar!
Na maquilhagem ganhou o francês La Vie en Rose! É sempre bom ver um filme europeu vencer, mesmo nestas categorias. Despacharam bem despachada com música Didier Lavergne - um cerimónia dos Óscares não é cerimónia dos Óscares sem música a despachar os vencedores, especialmente nas categorias menos conhecidas.
Jon Stewart tem tido piada - bem melhor do que em 2006. Continuo a ter saudades do Billy Crystal.
E não é que a Amy Adams até canta bem!
Muito bem apanhado colocar os oscarizados a comentar agora os momentos da vitória há alguns anos. Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones parecem o casal perfeito repleto de bom humor, mesmo com muitos anos de diferença parecem perfeitos um para o outro.
PS: Os longos intervalos são irritantes! Brrk.
Começaram os Óscares!
Muitas piadas políticas, como seria de esperar. Teve piada, sim senhor. Os candidatos democratas não escaparam, claro.
80 anos de Óscares
O Óscar mantém-se em forma, mesmo na terceira idade e nem a greve dos argumentistas, entretanto terminada, o perturba. A 80.ª cerimónia dos prémios de cinema mais famosos do planeta acontece na madrugada de domingo para segunda, aguardando-se mais uma noite de glamour memorável. De seguida mostro um roteiro pelos filmes e actores favoritos da noite das estrelas. «And the Oscar goes to...»
As passadeiras vermelhas já estão colocadas. As estatuetas douradas gigantes também já decoram o exterior e o interior do Kodak Theatre, em Hollywood. O espectáculo está prestes a começar e cerca de mil milhões de pessoas vão estar "colados" ao ecrã, de domingo para segunda, para ver o que de melhor, segundo a Academia, se fez no cinema em 2007.
A cerimónia será apresentada novamente (já o tinha feito em 2006) pelo comediante do programa The Daily Show, Jon Stewart, perito em piadas políticas.
As piores previsões dão chuva para a grande noite. Já sem o fantasma da greve dos argumentistas a pairar (foi estabelecido um acordo), os textos começam a ser decorados e testados no auditório que recebe os últimos cenários.
Espera-se ainda uma homenagem especial a Heath Ledger, que morreu este ano vítima de overdose de medicamentos.
Os filmes. Na categoria mais importante dos Óscares, a de Melhor Filme, os nomeados são diversificados quanto baste e muito semelhantes aos do ano anterior. Este ano uma das grandes surpresas das nomeações é a comédia Juno, que estreou esta semana em Portugal.
As comédias são um género raro nesta categoria uma vez que não costumam ser escolhidas pelos membros da Academia.
O ano passado a comédia surpresa foi Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos que acabou por não levar o Óscar de Melhor Filme para casa.
Um dos favoritos à vitória na categoria é o vencedor do Globo de Ouro (geralmente um prenúncio do Óscar), Expiação. O drama de época de Joe Wright, tipicamente britânico, à semelhança de A Rainha, nomeado na mesma categoria em 2007, maravilhou a crítica norte-americana dando nova "alma" ao romance de Ian McEwan.
Segue-se depois outro filme que estreou esta semana por cá (ver aqui): Michael Clayton. O único filme com nomeações para três actores diferentes não está na lista dos favoritos, mas tem argumentos para chegar ao Óscar.
Já Este País Não é Para Velhos, a perseguição criada pelo irmãos Coen, é outro grande filme que pode chegar à vitória final. Tal como o retrato da prospecção de petróleo no início do século XIX feito Paul Thomas Anderson, Haverá Sangue. Este é um filme brilhante e elaborado, bem ao gosto habitual da Academia, apesar de o ano passado ter sido Entre Inimigos (um remake) de Martin Scorsese a conquistar o Óscar.
Nos Realizadores, Paul Thomas Anderson é o favorito, lado a lado com os irmãos Coen.
Actores. George Clooney (por Michael Clayton) e Daniel Day-Lewis (por Haverá Sangue) são os claros favoritos na categoria de Actor Principal. Ambos têm interpretações notáveis e de uma carga dramática intensa, com vantagem para o britânico Day-Lewis. Clooney admitiu já que considera que o britânico merece ser o vencedor.
Mesmo assim não são de descartar interpretações extraordinárias como a de Viggo Mortensen, em Promessas Perigosas, ou as cantorias de Johnny Depp em Sweeney Todd.
Já a categoria de Melhor Actriz está repleta de surpresas, especialmente Julie Christie, por Away From Her e a jovem Ellen Page, por Juno. A francesa Marion Cotillard é apontada como favorita depois de ter encarnado Edith Piaf em La Vie en Rose.
Nos Actores Secundários o frio assassino de Este País Não é Para Velhos, interpretado por Javier Bardem deve valer ao espanhol o Óscar merecido. Já o advogado arrependido Tom Wilkinson (por Michael Clayton) também está na corrida.
Cate Blanchett, também nomeada na categoria principal, é a grande favorita como Actriz Secundária, por I'm Not There, filme sobre inimitável Bob Dylan.
Quinta-feira, Fevereiro 21, 2008
Depp, Law e Farrell no último filme de Ledger

Nada melhor do que grandes actores para homenagearam no seu meio natural um outro grande actor.
Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell irão terminar o filme começado por Heath Ledger, cujas filmagens foram interrompidas com a morte do actor australiano mais entusiasmante dos últimos anos. The Imaginarium of Doctor Parnassus, do brilhantemente criativo e excêntrico Terry Gilliam tem assim um rumo. O realizador norte-americano a viver em Londres era muito amigo de Ledger, ambos já tinham feito o fantasioso, divertido e belo Os Irmãos Grimm - co-protogonizado por Matt Damon (pena não fazer parte do elenco).
A notícia da Variety já é de domingo: Trio steps in for Ledger












